Verdadeiro Nacionalista

       Virtude tão nobre, e extremamente rara. Como é possível que nos tornemos grandes se a maioria de nós não sabe o verdadeiro significado de amar o país? A visão distorcida que nosso povo tem de nacionalismo é a maldição que paira sobre a majestade do nosso passado.

       Nacionalismo é algo como amor, jamais é suficientemente saciado. É um mecanismo inconsciente pelo qual a honra e o bem da pátria devem ser sempre defendidos, devem ser vistos como prioridade. Quem nunca se emocionou com a entrega dos japoneses pelo seu país em filmes sobre a Segunda Guerra Mundial?

       Curioso notar que, foi exatamente em detrimento da Segunda Guerra Mundial que as políticas de esquerda mancharam o nacionalismo ao abominarem esta que foi prática constante na Itália e na Alemanha. Críticas infudadas, pois também na União Soviética o nacionalismo  foi base para o enraizamento da sua política.

       Sem mais divagações, queria falar sobre a escassez do verdadeiro nacionalismo em nosso país, que tanto me entristece. Basta andar pelas ruas para notar todas as iniquidades que são cometidas contra o Brasil a todo momento. Infelizmente, nada parece rumar para uma mudança.

        Creio que o verdadeiro nacionalismo, reflete-se perfeitamente na índole de uma pessoa. Um homem ambicioso, que trabalha – ou estuda – com extrema seriedade é um verdadeiro nacionalista. É trabalhando que um homem se torna digno de ser tratado como um e traz orgulho para a família. É a perseverança que separa os homens dos meninos e a glória da ruína. Entretanto, o brasileiro se acostumou a reivindicar uma carga horária de trabalho menor, afirmando que tem trabalhado muito. Quanta bobagem. Aqui, se trabalha pouco e se festeja muito. E os que decidem não trabalhar, ainda recebem uma esmola mensal deste medíocre governo populista falso nacionalista, paga com o suor daqueles que são verdadeiramente trabalhadores.

       O verdadeiro nacionalista conhece a política. Europeus e americanos conversam sobre a situação política do país na mesa de jantar, ao passo que no Brasil quando alguém fala sobre política em locais aleatórios, esse alguém vira motivo de chacota. Isto é lamentável. Esse tipo de gente completamente alheia à política me enoja.

       O nacionalista é ávido pela sua própria cultura e conhece os heróis do seu passado, tentando sempre renovar nas novas gerações as práticas consagradas do brasileiro. No entando isto começou a falhar. Quando jovens começam a achar que obras literárias estrangeiras como “Crepúsculo” e “Harry Potter” é que são a primazia da linguagem, algo está errado. Quando Lady Gaga, Justin Bieber e Restart são vistos como artistas, algo está MUITO errado. As pessoas nada sabem sobre a história do país. Aposto como você mesmo não sabe me dizer a data da Independência do Brasil ou quem foi o primeiro presidente da República. E garanto que qualquer norte-americano sabe responder estas mesmas perguntas sobre seu país.

       Não podia deixar de falar sobre algo que há muito tem sido alvo de queixas de muitos. É claro que cada um tem seus agrados, mas é inegável que funk(esse ruído ofensivo, nojento e sujo que decidiram chamar de música) é algo nocivo à nossa cultura geral. Frases pejorativas, total ausência de padrão musical, apenas um barulho irritante que segue um único ritmo. Alguns dirão: “O funk representa uma cultura também.” Então que represente em outro lugar que não na rua, para que não castigue aqueles que não querem ouvir. Onde estão os sambas, sertanejos, rocks, MPBs que moldaram nossa cultura musical por longo tempo? Músicas que tinham por objetivo passar alguma mensagem conscientizadora, ou que até mesmo dispensavam vozes pelo primor da melodia.

       Um caso muito comum e digno de anedotas, é o da explosão de falso nacionalismo durante Copas do Mundo. Pessoas aglomerando-se orgulhosamente em um banho de cerveja para gritar “Brasil” a cada gol e chorar a cada derrota. A opinião geral, e extremamente juvenil, é de que se você torce para um time de outro país você deve ser exilado. Incrível não é? Eu não sabia que para amar um país deve-se amar seu futebol. Claro, futebol é essencial para o desenvolvimento, não acha? Não é a toa que somos vistos no exterior como país do futebol e da bagunça.

       À tendência da falta de nacionalismo, somou-se o pluripartidarismo. Uma crítica à esse conceito demoraria dias, então te convido a refletir sobre isso, pois tenho certeza que só se pode chegar a uma conclusão: o pluripartidarismo é em si corrupção! É inconcebível que um povo seja visto como um só, forte e unido se varios partidos representam várias frações sociais. A presença de pluripartidarismo gera busca por interessses próprios, nepotismo, roubo, burocracias que inviabilizam a execução de leis. Enfim, são inúmeras as complicações de se ter muitas pessoas no comando com muitos ideais diferentes.

       Nacionalismo não é fanatismo. É uma paixão serena que se encontra em falta e que se deve resgatar. Amar é cuidar, e cada pequena atitude tomada é essencial para o crescimento da nossa pátria. Aos poucos se perde o que há de mais valoroso entre nós. União, honra, e o amor da família são as armas que temos a favor do Brasil.

 

“O Brasil quando sonha sacode Washington;
quando se move desloca o Continente;
e quando acordar abalará o mundo.”

(John Gerassi, jornalista americano)

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Repúblicas Federais de Ouro Preto

     Era de se esperar que mais cedo ou mais tarde eu iria manifestar minha revolta contra esse abuso dos cofres públicos e da assistência estudantil. As repúblicas federais de Ouro Preto são uma afronta aos sonhos democráticos e éticos do brasileiro íntegro, representando da pior forma, o que há de mais repulsivo e primitivo no ser humano

     Creio que seja do conhecimento de muitos o funcionamento e parte da história desses manicômios que se auto-intitulam Repúblicas Federais, porém darei uma breve introdução. As repúblicas federais são imóveis(patrimônio histórico ou não) cedidos pela UFOP para moradia estudantil com sistema de auto gestão.

     A inciativa poderia ter sido interessante, sem o sistema de auto gestão, já que este é responsável por práticas no mínimo abomináveis. Falarei com certa propriedade sobre este assunto pois eu mesmo fui inocentemente atraído para um desses lugares e morei nele algum tempo.

     O calouro da república agora será “bixo”, como será chamado por todos em seu tempo de “batalha”. A batalha é  um conjunto de trotes bárbaros pelos quais o calouro deve passar por algum tempo, até provar seu compromisso com a casa e ser efetivamente escolhido como morador. Esses trotes variam bastante, pois a criatividade sádica dos moradores é assustadora. O bixo deve respeitar a hierarquia da casa fazendo tudo que for mandado. Ele deve beber um copo cheio de cachaça quando faz algo errado, ou às vezes sem motivo algum; esta prática acontece diariamente nas piores repúblicas. Seus pertences são bagunçados e jogados fora da casa no que é chamado de “vento”. Ele tomará uma “baldada” de água fria enquanto dorme, eventualmente. Ele deverá estar atento com a garrafa de cerveja na mão servindo a todos em festas, pois isso é imprescindível. Ex-moradores da casa devem ser tratados como majestades. Ele deverá pintar as paredes da casa e fazer todas as tarefas de qualquer reforma. Dentre outras, tão terríveis quanto, estas são as que testemunhei com maior frequência.

     Obviamente, o objetivo principal da moradia estudantil fornecida pela Universidade deveria ser subsidiar alunos que não têm condições financeiras; como o alojamento em outras faculdades. De fato, eu conheci algumas pessoas durante meu primeiro semestre em Ouro Preto que optaram pela república federal e que realmente têm alguns limites financeiros, que posteriormente viriam a desistir da república pois não suportaram os trotes. E como se já não bastassem os trotes,  o fato terrível é que a absoluta maioria dos moradores dessas Repúblicas gozam de uma situação financeira muito mais do que confortável. E tudo isso se encaixa. Aqueles que necessitam de subsídios fincanceiros, sabem o que é passar algumas dificuldades e que não há tempo a perder com estas infantilidades de vida republicana. Por outro lado, garotinhos que cresceram com mimos desmesurados pouco se importam com o futuro, e podem se dar aou luxo – estupidez – de cair de ponta nessa vergonha do povo brasileiro chamada república federal.

     Estar na Universidade é para alguns, assim como é para mim, um sonho constante que parece não ter se realizado devido à sua nobreza inestimável. Não é como um ofício ou profissão, é muito mais do que isso, é surreal. Eu sonhava em estar na faculdade e somente encontrar cidadãos, pessoas adultas que já abandonaram há muito suas brincadeiras e personalidades juvenis, para se tornar exemplos cívicos e intelectuais. Quanta ingenuidade da minha parte. No lugar disso encontrei a sucursal do inferno, onde meninos e meninas sofrem da síndrome do Peter Pan. Esses republicanos são apenas adolescentes que vivem sonhando com poder brincar eternamente sem nunca ter que lidar com incertezas do futuro, apenas festejam sem ter motivo para festejar. Não vou nem dar detalhes sobre o consumo de álcool e drogas, pois a fama ouropretana dispensa comentários. E o curso que fazem na universidade? Sua vaga é semi ociosa, pois a grande maioria deles é reprovada em bem mais que a metade das disciplinas que cursam. Outro fator agravante é status. Isso mesmo. Aqui, status é morar em república, não necessariamente federal, e isso é um fator discriminante.

     Não é preciso ser um gênio para perceber que, em dobro, o governo rouba de toda a população para financiar para estes poucos, sem prestação de contas, mansões confortabilíssimas, e uma vaga em uma Universidade Federal.

     E a UFOP? Nunca se manifesta a respeito. Na verdade, descobri recentemente que alguns dos líderes da universidade são ex-moradores destas casas. Como é que se pode pensar em mudança quando os que deviam promovê-la são fruto do próprio problema?

     Os trechos abaixo retirei de um blog, cujo nome não me recordo, que li algum tempo atrás.

Inúmeras foram as ações violentas contra os estudantes que se engajaram nesta luta: folhas do abaixo-assinado feito pelo movimento foram arrancadas das mãos de um estudante, ocorreram ameaças de agressão física e de morte. Uma manifestação ofensiva e preconceituosa ocorreu no restaurante da universidade, na qual um grupo de moradores das repúblicas federais abordou estudantes que participam ou apóiam o movimento, numa clara tentativa de intimidá-los. “Uma aluna do curso de Artes Cênicas estava sendo humilhada por um grupo de estudantes na hora do almoço. Injúrias absurdas como prostituta, piranha, vagabunda, etc.” (Trecho do texto sobre o ocorrido de autoria do Professor do Curso de Artes Cênicas Luciano Flávio de Oliveira).

No dia 14 de abril, sexta-feira da Paixão, o som em volume alto na república PIF PAF inviabilizou a procissão religiosa, num ato de intolerância e desrespeito à cultura da cidade. Moradores desta república mantiveram os fiscais, que mediam o volume do som, presos sob ameaças de agressões. Esse fato só veio a somar o rol de violências e agressões que a reitoria da UFOP propicia, ao tratar os bens públicos com pouco caso.

     Vale ressaltar que embora eu tenha estereotipado, alguns raríssimos casos de repúblicas federais não se incluem, e algumas repúblicas particulares as substituem.

     Cresci ouvindo que o futuro do país está nas mãos dos jovens. Se estes são os jovens que cresceram comigo e têm tamanha responsabilidade, então não é nesse país que quero que meus filhos e a próxima geração cresça.

     Não há qualquer argumento que possa ser usado em favor das repúblicas federais. Elas são a prova de que em nosso país não há pessoas com pulso firme para dizer a verdade e tomar decisões impopulares porém necessárias, são a prova de que se divertir é total e intocável prioridade em nosso país.  Elas deviam abrigar pessoas ambiciosas e estudantes focados e íntegros. Elas deviam ser como um estímulo aos melhores e subsídio para os que precisam. O povo brasileiro não deve patrocinar esse tipo de vida para os estudantes, deve reprimir! Está nas mãos e nos lábios de cada um a ferramenta para mudanças. Jamais seja complacente com abusos, enfureça-se com a falta de civilidade e nacionalismo. O Brasil não é apenas sua casa, mas de todos os brasileiros, e suas decisões influenciam a todos nós.

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Ética e moral.

      Cansei-me do significado gasto destas duas palavras.  As pessoas nada sabem sobre o que é ético ou moral, ainda que se façam de sábias e justas. Falarei sobre outra definição, que não a filosófica, do que é ser ético e moral, e espero que você possa aplicar em sua vida e repassar esse novo conceito.

      A ética é um conjunto de ações protocolares, que são aplicadas pela maioria das pessoas, e que diz que se deve fazer o que garanta o bem estar imediato do próximo sem qualquer restrição. Embora esse sentimento pareça nobre, não passa de um hedonismo efusivo e cego. Não lhe parece irracional que uma pessoa qualquer seja tratada com honra e empatia mesmo que não mereça? Ser ético é algo praticado desvairadamente no Brasil. Aqui trata-se o desconhecido como a um ente querido, fazendo festa e muito alarde, sem qualquer senso de justiça, de modo que mesmo aqueles que não passam de vagabundos, passem despercebidamente pela dedos da punição.

     Aqueles que são antiéticos, não têm juízo algum ou  não visam o bem estar alheio, e buscam o que é de seu interesse, seja ele racional ou não. Um político corrupto é antiético, assim como um psicopata ou um doente mental.

     Ser moral nem sempre é ser ético. Ser moral é ser correto e pensar nas consequências a longo prazo. É pensar no futuro, e na sobrevivência e integridade dos que virão. É defender cegamente a natureza, como fonte de vida e de inspiração, como responsável única por tudo que temos hoje. É jamais se deixar corromper por proveito próprio ou por interesses lascivos.

     Gostaria de lembrar agora de um grande filósofo a quem atribuo grande parte de minha personalidade e índole. Immanuel Kant, dizia que os juízos de uma pessoa deveriam ser aplicados da mesma forma em quaisquer situações, para que esta nao se corrompesse, e servisse de exemplo moral.

     Agora que você já sabe a diferença de moral e ética, lhe convido a refletir, usando apenas a razão. Se você é daquelas pessoas que não conseguem colocar as emoções de lado, eu recomendo que não volte mais a esse blog.

     A reflexão é a seguinte. A segunda guerra mundial foi responsável por 50 milhões de mortes e estudos recentes mostram que isso atrasou em pelo menos 50 anos, o início dos efeitos catastróficos da industrialização. Estou falando do aquecimento global, a possível próxima extinção em massa na Terra. A lógica diz que apesar de a guerra carregar uma péssima conotação, ela contribuiu para que a atual geração pudesse lidar com os problemas ambientais no fim de sua fase adulta, e para que a natureza tivesse mais algum tempo de vida próspera.

     Então, seria esse pacifismo generalizado que virou sinônimo de liberdade, algo realmente moral? Seria moral contribuir para que cada vez mais pessoas pudessem colocar suas mãos imundas de egocentrismo no que o planeta levou bilhões de anos para criar? Imagino seu semblante, leitor, horrorizado com as mãos no rosto, achando que sou incentivador de guerra. Mas não é bem isso. Para acabar com esse problema de superpopulação, deveria ser implantado, em escala global, um controle extremamente rígido de natalidade, para evitar que mulheres de baixa renda continuem procriando como se fossem coelhos.

     Vou dar um último exemplo. Ser ético é dar esmola ao pobre que pede. Já sabemos que isso só irá incentivar seu comportamento vadio. Portanto a opção nobre e indiscutivelmente correta seria não dar esmola ao pobre, e esperar que de uma maneira ou de outra, essa mazela urbana desvaneça.

     Caro leitor, seja honesto e moral acima de tudo. Não pratique esse egoísmo de achar que sua vida é curta demais para que você se preocupe com o que acontece a sua volta. Se imponha, e esqueça o que os outros dirão sobre você, pois lutar por aprovação apenas te torna fraco e corrupto.

     - “Age sempre de tal modo que o teu comportamento possa vir a ser princípio de uma lei universal.”          Immanuel Kant

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Bem vindos, e obrigado.

     Como este é meu primeiro texto, não podia deixar de dar boas vindas desde já a todos que visitarem meu blog. Quero lhes dizer que me esforçarei bastante para tornar as leituras prazerosas, educativas e inteligíveis, com temas de cunho ético e moral de nosso país, de forma que o tempo que você dedicar à elas não será em vão.

     Os que já me conhecem, ainda que não estejam surpresos, devem estar se perguntando por que eu decidi começar escrever, quero dizer, escrever publicamente, em um blog. Não há um motivo epifânico, afinal – eis a novidade –, eu sempre escrevi. Sempre mantive ensaios e anotações sobre desilusões éticas que tive e sonhos sobre nossa civilização que implodiram sobre mim mesmo. Talvez eu tenha subconscientemente decidido atestar minha transparência por meio de textos públicos. E talvez eu possa descobrir esse motivo futuramente com a sua ajuda.

     A você que chegou a este terceiro parágrafo e se cansou de ler, peço um pouco de paciência, estou apenas atribuindo parâmetros que irão nortear minhas escritas. Sei que hoje é difícil encontrar pessoas que sintam um prazer genuíno com a leitura, mas espero que você mesmo possa, quem sabe a partir daqui, adquirir esse hábito maravilhoso que tanto faz falta aos intelectos de nossos compatriotas.

     O tema central será a ética que guia o comportamento social em nossa nação, e os hábitos sórdidos que a distorcem. Por meio disso, espero poder influenciar positivamente a todos que passarem por aqui, para que enxerguem com novos olhos, nosso povo e nossos atos.

     Tentarei ser sucinto, mas sem abandonar a escrita padrão portuguesa, hoje tão burlada. Felizmente, posso finalmente me dar ao luxo de escrever na primeira pessoa, mas não me esquecerei dos limites necessários a um bom texto. Embora eu pudesse escrever um livro inteiro sobre uma única palavra, serei incisivo em minhas teses e breve em seu desenvolvimento, para que você, caro leitor, não tenha uma impressão enfadonha de meus textos.

     Como acabei de dizer, serei breve, e já termino aqui, meu primeiro “post”(tentarei não usar palavras estrangeiras aportuguesadas). É com muito prazer que inicio minhas atividades discursivas nesta página, e agradeço do fundo de meu coração, a todos que puderam reservar um tempo de seu dia para estas leituras.

     – “A moral, propriamente dita não é a doutrina que nos ensina como sermos felizes, mas como devemos tornar-nos dignos da felicidade.”         Immanuel Kant

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